Blog da Glória - Leopoldina (MG)


Alunos apanham de policiais dentro de escola na Grande BH

http://videos.r7.com/alunos-apanham-de-policiais-dentro-de-escola-na-grande-bh/idmedia/523b87ec0cf2848e8f38baae.html



Escrito por POSTADO POR GLÓRIA às 22h54
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Na coluna do Ancelmo Gois no Globo de hoje

(12/2/2013)

Parabéns, Ancelmo Gois, até que enfim algum jornalista tem a coragem e cidadania de denunciar esse crime contra nossos alunos de escola pública. E completa na mesma coluna:
"O Brasil é o país onde o problema é sempre o outro. Todo professor, vale também para médico, claro, que falta ao serviço público sem motivo de força maior, carrega um pouco de Renan Calheiros em seu íntimo."

Fonte: Coluna do Ancelmo Gois



Escrito por POSTADO POR GLÓRIA às 20h33
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 Notícia de que mãe de aluna agrediu professora

 A mãe é chamada de "a mulher" pela apresentadora do noticiário, que também já vai anunciando a pena para o "crime" da "mulher". Dá para imaginar perfeitamente como a professora tratou essa mãe para ela se desequilibrar e agredi-la. A queixa da mãe era o casaco da filha que, na véspera, chegou sujo de sangue em casa. A professora simplesmente disse para a mãe que limpou o sangue do nariz de uma outra aluna com o casaco da filha dela. E, naturalmente, achou isso muito normal e que a mãe não teria o mínimo direito de questionar a sua forma de tratar "sangue de nariz" na escola.

O caso já está na polícia, a mãe será acusada, julgada e cumprirá a pena por agressão. Não há nenhum questionamento ao fato de, dentro de uma escola, um acidente com sangue ser tratado com tanto descaso e ignorância, ainda mais em tempos que exigem cuidados específicos em relação à aids. Não há nenhuma consideração com a mãe (e a filha) que recebe o casaco todo sujo de sangue, nem ao menos uma nota, um bilhete para a família.

Fonte: TV UOL



Escrito por POSTADO POR GLÓRIA às 00h11
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Corporativismo, de novo, contra a educação

João Batista Araujo e Oliveira

Certos professores e sindicatos são a força do status quo no ensino. Beneficiários dele, são rápidos em declarar inimigo quem quer avaliar resultados

Cláudia Costin é secretária municipal de Educação do Rio de Janeiro e foi ministra da Administração no governo FHC. Como gestora experiente, ama falar em resultados.

Aloizio Mercadante, ministro da Educação e economista, sabe disso e ama Cláudia Costin. Ele a convidou para assumir a Secretaria de Educação Básica da sua pasta.

Mas, nessa história de amores, há quem não ame resultados nem, claro, Cláudia Costin.

Um grupo de professores universitários organizou um abaixo-assinado protestando contra o convite feito a ela feito por Mercadante. Foram seguidos por milhares de adeptos e por entidades como a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

O texto do abaixo-assinado traduz o atraso da educação no Brasil: repete surrados jargões anti-imperialistas, defende as fracassadas ideias dos seus autores, que tiram do baú a velha cantilena da esquerda ultrapassada.

Segundo os autores, Cláudia é o arauto das forças internacionais que conspiram contra os pobres brasileiros. Ela milita pela desqualificação da educação, pois implementa propostas que anulam o senso crítico do aluno, cria bônus para premiar desempenho de professores e aniquila "sujeitos históricos", como os professores e os alunos.

O manifesto ainda diz que pessoas como Cláudia Costin devem ser evitadas na administração pública, para que não reduza os alunos a "indivíduos médios, reproduções de tipos ideais que incorporam todos os traços e qualidades de que se nutrem as comunidades ilusórias".

Entendeu? Nem eu. Mas pessoas que escrevem assim são as que vêm ditando os rumos da educação.

Os autores concluem protestando contra o arbítrio economicista, degradante e mutilador que a presença de Cláudia no ninho petista traria à educação básica.

Após quatro ministros, o PT ainda não sabe se tem agenda para a educação. E agora Mercadante convida essa cruel megera para pousar num ninho onde tucano não deve pousar?

Os que querem manter o status quo não se conformam. A velocidade e intensidade da reação ilustram a virulência dos beneficiários do poder, que não abrem mão de suas ideologias, nem diante dos retumbantes fracassos de suas propostas.

Mercadante jogou a sua cartada. O recado foi dado. É preciso mudar.

É preciso libertar o MEC da prisão corporativista em que se meteu. Passou da hora de romper com o dogmatismo ideológico das universidades e núcleos que propagam ideias equivocadas e ineficientes há décadas.

É preciso avaliar o resultado das décadas de cursos inócuos para capacitar professores. É preciso saber onde foram os bilhões de reais destinados a cursos de alfabetização de adultos e à formação profissional improvisada e avaliar os resultados desses cursos. É preciso dar espaço a quem tem resultados para mostrar e estimular iniciativas que possuem evidência comprovada de sua eficácia.

Por fim, é preciso alfabetizar as crianças aos seis anos de idade, como se tenta fazer no Rio, e usando estratégias e métodos adequados, como se faz em Sobral há vários anos, e não até os oito, como propõem os sectários que se apropriaram dos canais de decisão do MEC.

O estrago foi feito. Mercadante sinaliza que quer romper com o imobilismo dos que vêm imobilizando o MEC, especialmente na área de educação básica.

Cláudia já comunicou ao ministro que não aceitará a oferta, mas o estrago dentro do PT está feito. Mercadante está na linha do pênalti. Se marcar o gol, será vaiado pela plateia cativa. Mas poderá ser aplaudido pelo Brasil.

-JOÃO BATISTA ARAUJO E OLIVEIRA, 65, doutor em educação, é presidente do Instituto Alfa e Beto. Foi secretário-executivo do Ministério da Educação (1995, gestão FHC).

Fonte: Folha de São Paulo - 27/11/2012



Escrito por POSTADO POR GLÓRIA às 23h46
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Como é fácil a vida dos professores

A principal avaliação, senão única, à qual são submetidos os professores de nossas universidades federais ocorre por meio das pós-graduações. A quantidade e qualidade de suas produções científicas é medida, e a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) confere notas para cada curso de pós-graduação.

A distribuição de recursos entre as pós-graduações ocorre de acordo com tais notas: quanto mais elevada elas são, mais acesso a bolsas de estudo, financiamentos para viagens etc. tais cursos recebem. É muito pouco, considerando-se o quanto nós brasileiros, todos, inclusive os mais pobres, pagamos para sustentar este enorme sistema público universitário.

Fui professor do departamento de ciência política da Universidade Federal Fluminense entre 1993 e 2005 e tive a chance de ser testemunha ocular de como é fácil a vida dos professores de universidades púbicas.

Não há um rigoroso controle externo sobre o que é feito ou o que se deixa de fazer. Se falta isso, imagine metas de produtividade.

Vi em muitas oportunidades vários professores deixarem de dar inúmeras aulas e nada acontecer com eles. Os alunos não têm a quem recorrer. Eles podem reclamar com o respectivo departamento de ensino ao qual o professor está vinculado. Como são todos pares e muitas vezes um professor pode precisar do apoio político de outro, eles nada fazem para coibir os faltosos.

Não dar aulas é um mal visível. Há os menos visíveis, porém com consequências muito negativas.

Muitos professores dão aulas, mas enrolam: iniciam 15 minutos mais tarde e terminam 15 minutos mais cedo do que o horário regular, ficam dando suas opiniões pessoais em sala de aula em vez de ensinar conteúdos, não se atualizam com a finalidade de melhorar seus cursos etc. A falta de cobrança externa resulta em acomodação e, em muitos casos, a preguiça se manifesta.

Sendo assim, a primeira meta a ser estabelecida é tão óbvia quanto necessária: dar todas as aulas do início ao fim com conteúdo denso e útil para os estudantes.

Isso se mede por meio da produtividade: é preciso que seja estabelecido um rigoroso processo de avaliação do estudante, por meio de indicadores, desde quando ele entra na universidade até os primeiros anos após sua formatura, com a entrada no mercado de trabalho.

Tenho tido a chance de trabalhar em um projeto que faz exatamente isso, o projeto Siga realizado pela Unianhanguera, e os benefícios são evidentes. Indicadores desta natureza permitem detectar e identificar as causas de problemas como estudantes desestimulados e evasão.

Os professores das universidades federais não querem esse tipo de avaliação, pois seria fazer um raio-X sobre o resultado de seu trabalho. Eles não querem ser controlados.

O nosso sistema de universidades federais custará em 2012 quase R$ 28 bilhões. Um sistema tão caro precisa dar uma grande contribuição ao país. Não é isso que vemos.

Os professores são juridicamente funcionários públicos, e grande parte deles se comporta como tal no sentido pejorativo da expressão: não trabalham ou trabalham muito pouco.

É por isso que o resultado do que eles fazem precisa de controle externo por meio de avaliações abrangentes e rigorosas, que incluam metas de produtividade a elas vinculadas, e os recursos precisam ser alocados em função de tais avaliações.

Há um conflito de interesse: os professores não querem isso, e a sociedade quer que o recurso que ela coloca nas universidades seja utilizado de maneira eficiente. Por enquanto, quem tem vencido esse conflito são nossos professores funcionários públicos.




Escrito por POSTADO POR GLÓRIA às 23h40
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"A história da infância"

Autor: Lloyd deMause

Buscar na Web "Lloyd deMause"

Lloyd deMause(1975): “A história da infância é um pesadelo do qual recentemente começamos a despertar. Quanto mais atrás regressamos na história, mais reduzido o nível de cuidado com as crianças , maior a probabilidade de que houvessem sido assassinadas, aterrorizadas e abusadas sexualmente.”

Fonte: O Silêncio dos Pequenos Mártires



Categoria: Citação
Escrito por POSTADO POR GLÓRIA às 01h25
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Denúncia de problemas da escola no Facebook 

Veja dicas de advogados - Especialistas apontam caminhos formais para denúncias dos alunos

Após a reação de secretarias de educação em todo o país rejeitando as denúncias dos alunos em postagens no Facebook sobre as condições das escolas, a reportagem do UOL ouviu especialistas na área de direito educacional que apontam caminhos oficiais para o encaminhamento das reclamações dos estudantes.

A advogada e assessora da ONG Ação Educativa Ester Rizzi defende a liberdade de manifestação dos estudantes ao postarem fotos denunciando problemas de infraestrutura nas escolas, mas alerta para o perigo de citação nominal de professores nos comentários na internet.

“Talvez dar publicidade não seja a única resposta a esse tipo de problema. Acho receoso essa responsabilização de pessoas que estão no ambiente escolar. Uma manifestação de um aluno pode ser interpretada como um desrespeito ao exercício da função do professor. Seria mais adequado tentar resolver inicialmente o problema dentro da esfera escolar. Caso a direção da escola não resolva, buscar a diretoria regional de educação ou a própria secretaria do município ou do estado”, disse.

Para Ester Rizzi, ao citar nominalmente professores que, na opinião dos alunos, estariam agindo em desacordo com a profissão , os estudantes podem ser responsabilizados pelas palavras divulgadas na mídia social caso não consigam provar a denúncia. Tentar resolver o problema dentro da esfera escolar seria o caminho mais adequado.

“No ambiente escolar você chama as pessoas e conflito e ambas as partes podem se representar. A possibilidade de defesa do professor numa mídia social fica limitada”, completou.

A advogada esclarece que mesmo o estudante menor de idade pode encaminhar uma petição à esfera responsável. “É direito de todo o cidadão, garantido no artigo 5º inciso 34 da Constituição Federal o direito de petição. Além disso, o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) prevê o direito à manifestação pública. O estudante pode levar adiante uma petição administrativa ou uma representação no Ministério Público sem a necessidade que seja representado pelos pais”, informou.

Em casos de problemas de infraestrutura, o presidente do Comissão de Direito Educacional da OAB/Niterói (RJ), Carlos Alberto Lima de Almeida, também aponta a escola como primeiro espaço de discussão de problemas. “Não havendo resposta ou providências, o passo seguinte poderia ser no sentido de contato na secretaria de educação. Se a inércia persistir o próximo passo poderia se desenvolver com representação ao Ministério Público competente (Estadual ou Federal), para exame do caso e das providências cabíveis”, apontou Almeida.

“Em casos de violação do direito à educação , não encontrando resposta dentro da estrutura do poder executivo, é possível e necessário levar o caso ao Ministério Público, por exemplo se há uma falta recorrente de professor em determinada disciplina ou se as condições de infraestrutura da escola seja muito precária”, orientou a assessora da Ação Educativa.

Em casos de má qualidade da merenda escolar, o representante da OAB recomenda aos responsáveis procurarem o órgão de vigilância sanitária local. “Quando a denúncia é sobre merenda a vigilância sanitária poderá ser acionada”, recomendou.

Procurar fazer as denúncias coletivamente, segundo Rizzi, é uma forma de se proteger de retaliações. “Primeiro porque mostra uma organização política, mostra que outras pessoas estão descontentes com a situação. Mostra a força da organização política e o aluno se protege de represálias individuais. Quando você se manifesta sozinho, fica mais exposto”, comentou.

Os dois especialistas criticaram a posição das secretarias de educação ao não reconhecerem a internet como meio legítimo para a apresentação de denúncias. Para Ester Rizzi, a solução de alguns dos problemas apresentados pelos alunos via Facebook e ainda de maneira mais rápida provou o contrário. “É engraçado falarem que não é adequado. Embora não seja uma meio formal, as secretarias, as direções reagem resolvendo os problemas nas escolas, ou seja , as denúncias têm efeito. Dizer que existe um outro caminho mais formal não significa invalidar as manifestações que foram realizadas na internet. É uma manifestação legítima desses alunos levar essas questões a público. Ninguém pode proibir as pessoas de falarem do que está se passando”, ressaltou.

Os dois especialistas apontam a criação de canais mais simplificados para alunos e responsáveis como forma de tornar mais próximo e eficiente o contato com o poder decisório.

“Se as secretarias de educação adotassem estratégias de gestão escolar compatíveis com a importância que o tema educação tem para a sociedade, por certo poderiam usar o exemplo das instituições particulares de ensino e criarem ouvidorias para receberem pela internet críticas, denúncias, elogios e sugestões. Nesta hipótese, a internet além de ser um meio legítimo também seria uma forma oficial de contato”, disse Almeida.

“Essas denúncias vieram pela internet talvez porque as instâncias adequadas das secretarias não existam. Talvez porque as secretarias não tenham canais entre a comunidade escolar e as instancias decisórias. Quem decide pra onde vai o dinheiro, que decisões serão tomadas. Por isso se faz importante a criação de canais diretos de comunicações, ouvidorias para receber essas demandas que ficam represadas nas escolas”, completou Rizzi.

CUIDADOS A SEREM TOMADOS NAS REDES SOCIAIS: PERGUNTAS QUE O ALUNO PODE SE FAZER PARA EVITAR PROBLEMAS JURÍDICOS

1) A diretoria já foi informada? Os especialistas recomendam que os estudantes tentem resolver os problemas dentro do ambiente escolar.

2) Há certeza nas afirmações que estão sendo feitas? A crítica ou a denúncia devem ser feitas com responsabilidade. A ofensa à honra de uma pessoa ou de uma instituição pode render um processo. Ariel de Castro Alves, advogado, exemplifica: Pode responder criminalmente quem, por exemplo, atribuir, falsamente, a alguém a responsabilidade pela prática de um crime (calúnia), exemplo “professor Y agrediu fisicamente (lesão corporal) o aluno X”. Se for verdade o aluno será chamado para provar na delegacia e na Justiça. Ou se ofender a dignidade ou a moral de alguém (injúria) , atribuindo uma qualidade negativa, do tipo: “o professor tal é um medíocre”. Ou ainda a difamação, ofendendo a reputação de uma pessoa para gerar descrédito junto a opinião pública, uma afirmação voltada a desacreditar a pessoa diante de terceiros, do tipo “o professor X não tem diploma e foi contratado por ter caso amoroso com a diretora”.

3) O "acusado" teve direito de defesa? Ser reponsável pelo que se publica nas redes sociais, por exemplo, também implica em dar direito de resposta a quem está sendo apontado como "culpado" pela situação.

4) Existe autorização para fotografar o ambiente escolar?
Se a instituição é pública, o advogado Ariel de Castro Alves, vice- presidente da Comissão Especial da Criança e do Adolescente da OAB, entende que "que prevalecem os princípios da transparência e da publicidade do direito público, mas cada situação depende do regimento interno de cada escola e devem ser analisadas conforme a importância e contribuição da imagem e da denúncia para a melhoria da qualidade da educação".

Fazer fotos é um meio de prova, desde que seja possível identificar quando a foto foi feita. Um meio de assegurar a data é afixar um jornal do dia no local que será fotografado, aconselha Oliveira

PASSOS PARA OFICIALIZAR A CRÍTICA OU A DENÚNCIA

1. Em primeiro lugar, tente resolver o problema na escola, conversando com os professores e com a diretoria

2. Se não der certo, procure meios oficiais da secretaria responsável (municipal ou estadual, dependendo da escola pública). Pode ser pela diretoria regional de ensino ou na própria secretaria

3. Se o problema for com a merenda, um outro órgão que pode ser acionado é a Vigilância Sanitária

4. No caso de as tentativas de comunicação terem falhado ou de o problema estar se repetindo, uma outra estratégia é procurar o MP (Ministério Público) para que seja feita uma representação pública com a finalidade de buscar a solução e a responsabilidade

Fontes: Ariel de Castro Alves, Carlos Alberto Lima de Oliveira e Ester Rizzi

Fonte: Todos pela Educação



Escrito por POSTADO POR GLÓRIA às 01h18
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Do facebook

Autora: Maria Helena Zamora

Buscar na Web "Maria Helena Zamora"

Data: 13/10/2012

O verdadeiro aniversário do Estatuto da Criança e do Adolescente foi ontem, 12 de outubro. Ele entrou em vigor em 1990. Embora o Brasil seja um dos campeões mundiais de matança de crianças e adolescentes, tem muita "gente boa", cristã, temente a Deus, cumpridora dos seus deveres e pagadora dos seus impostos, que quer que eles sejam mais presos, em lugares piores e mais cedo... e se der, por que não para a vida toda? Por que não pena de morte? Afinal, nos Estados Unidos tem...

Esses pais e mães de família voltam-se contra os miseráveis, pedindo mais penalidades, mas são incapazes de lutar pela aplicação do Estatuto. São incapazes de assinar uma petição na internet porque "pode pegar depois", mas votam em assassinos declarados e espalham ódio em suas falas e escritos.

Que os poderes maiores que nós protejam as crianças e adolescentes das balas e das pancadas, da fome, da pobreza, das doenças, da exploração sexual, do frio, do desamparo, das humilhações, do racismo, do trabalho forçado e também da "gente boa" de coração de pedra. Amém.



Categoria: Citação
Escrito por POSTADO POR GLÓRIA às 14h35
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Pesquisadora da Unicamp diz que as escolas do país não ouvem o aluno

Autor: Angela Soligo, professora doutora da Faculdade de Educação da Unicamp

Buscar na Web "Angela Soligo, professora doutora da Faculdade de Educação da Unicamp "

Quando: 21/9/2012

"Para mudar a realidade nas escolas, é preciso construir relações que não reproduzam a lógica excludente e violenta da sociedade em geral. “O ambiente escolar hoje é mais um reprodutor do modelo social do que um instrumento de mudança. A escola tem essa obrigação de produzir outras formas de pensar o mundo, de problematizar. A escola sozinha não vai resolver nada, mas tem um papel, que é a formação do cidadão”, aponta.

Para a pesquisadora, as práticas violentas nas escolas ganharam destaque junto com o processo de inclusão. “Todo mundo está na escola e a escola não pode mais excluir aqueles alunos que a incomodam. Há 50 anos, isso era mais fácil. A escola tem que lidar hoje com o aluno que ela não deseja. É a esse estudante que a escola vai imputar as marcas da violência. E isso gera uma reação”, relata.

Portal Uol



Categoria: Citação
Escrito por POSTADO POR GLÓRIA às 18h29
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Professora chama segurança de “macaco” no Pará

 

Fonte: Portal UOL



Escrito por POSTADO POR GLÓRIA às 22h22
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"Do livro "Solte os cachorros""

Autor: Adélia Prado

Buscar na Web "Adélia Prado"

“O meu filho adorado saiu de casa pra estudar na escola. Escola parece guerra. Deixava ele em casa se pudesse.”



Categoria: Citação
Escrito por POSTADO POR GLÓRIA às 18h41
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Educação – tudo legal e tudo muito ruim

A paixão da educação brasileira é a burocracia.

Tudo é legalmente correto, mas os resultados são pífios.

Os currículos são fixados e fiscalizados pelo Ministério da Educação (MEC) e terminam em exames que medem todos os alunos com a mesma régua. Não importam as suas preferências intelectuais e pretensões profissionais.

Bem-sucedido é quem tira as melhores notas em todas as matérias, só que a vida e os progressos não são medidos assim. Uns serão capazes em umas coisas e outros, em outras. “Eu não posso fazer isso, mas posso fazer aquilo” e são as diversidades que alimentam o progresso, não as homogeneidades. Mal educamos a maioria dos alunos para as coisas que eles não gostam de fazer e fracassamos em ensinar-lhes o que eles gostam.

Leia artigo completo no SAMBIO



Escrito por POSTADO POR GLÓRIA às 14h28
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Estudante cria 'diário de classe' para mostrar problemas da escola

Uma menina de 13 anos criou um "diário de classe" virtual para apontar e tentar resolver os problemas da escola onde estuda, no bairro Santinho, em Florianópolis, no Estado de Santa Catarina. A ideia, segundo Isadora Faber, aluna da 7ª série, surgiu durante as férias, após descobrir o blog de uma estudante que fotografava a merenda escolar. "Vi que minha escola tinha muito mais problemas do que a comida", diz. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Em menos de um mês, a página no Facebook ganhou o apoio de internautas pelo País - até ontem, tinha 8 mil seguidores. No entanto, segundo Isadora e sua mãe, Mel Faber, a iniciativa não foi aprovada por todos. "A diretora me chamou e os professores começaram a dar indiretas na sala de aula," disse a estudante. A Secretaria de Educação de Florianópolis afirma que tomou conhecimento da página apenas ontem e agendou uma reunião com a direção do colégio para ver o que foi publicado no Facebook, verificar os problemas apontados pela aluna e tomar providências.

Ameaça

Ouvi no Jornal Hoje que a aluna e sua família foram ameaçadas pela diretora por expor as "deficiências" da escola, ou seja, em vez de ser louvada como cidadã cumprindo com seu dever, a aluna corre perigo de ser prejudicada (e conhecendo escola, como conhecemos, será penalizada de alguma forma).

Notícia Terra



Escrito por POSTADO POR GLÓRIA às 17h12
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Vídeo mostra alunos ajoelhados em castigo dado por professora em MG

Assista ao vídeo



Escrito por POSTADO POR GLÓRIA às 19h46
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O JN no Ar está em Santa Catarina para conferir a escola com melhor Ideb no país

Nos quatro últimos anos do ensino fundamental, foi o estado que obteve os melhores índices do Ideb, Índice de Desenvolvimento da Educação Básica.

São Bento do Sul tem 74 mil habitantes e eles podem se orgulhar do desempenho dos alunos dos anos finais do ensino fundamental de uma escola. O Ideb registrado no local é o mais alto do estado.

E o absurdo: vejam a declaração do aluno relatando a violência, sem que o jornal faça nenhuma crítica ao "puxão de orelha"

"De vez em quando eu levo uns puxões de orelha, mas faz bem também."

fala João Kneubuehler, aluno da 6ª série. E ainda fazem o aluno se violentar mais sendo induzindo a dizer "que puxão de orelha faz bem." (isso numa escola campeã, imaginem as demais).

Notícia completa clique aqui

Leia também Castigo físico reduz QI, sugere estudo

Segundo pesquisadores canadenses, palmadas e beliscões prejudicam o desenvolvimento das crianças
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Escrito por POSTADO POR GLÓRIA às 02h11
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