PORQUE HOJE É SÁBADO
Umas das mais belas canções do Roberto Carlos, na interpretação magnífica de Maria Bethania
Mais Educação - Parte II
Mais Educação - Parte I
Despedida do blog
“Quando as palavras não podem ser mais dignas que o silêncio, é melhor a gente calar-se e esperar. Denunciar diante de quem? Para quem?” (Eduardo Galeano)
Quando iniciei este blog em julho de 2005, foi imbuída da certeza de que, com o uso da mais moderna ferramenta de comunicação, a internet, unida a companheiros e companheiras com o mesmo objetivo, conseguiríamos, até que enfim, atingir a estrutura carcomida da instituição “escola”.
Meu objetivo era unicamente tratar de temas que se referissem à vida de nossas crianças e adolescentes, em especial educação e escola.
Enfrentei autoritarismo, cinismo, indiferença, crueldade, burrice, enfim, toda essa cultura de descaso e violência que cerca a (des)educação de nossas crianças.
Em 1975, Everett Reimer escreveu o famoso livro “A escola está morta”, no qual afirma que “a menos que os atuais padrões escolares sejam completamente abandonados, não se poderá jamais conservar as crianças pobres nas escolas pelo mesmo tempo que as ricas”.
Ele completou:
“A escola dos tempos modernos tornou-se mais poderosa do que a igreja da idade média. O homem moderno se sujeita mais à influência da escola do que o homem medieval se sujeitava à influência da igreja.”
Achei que o Everett Reimer exagerava. Havia esperança. Os tempos mudando, a escola mudaria.
Ledo engano. Mudou sim, para pior. Com o passar do tempo, tenho assistido a mais horrores dos que os que descrevi em meu livro “Escola, instituição da tortura”, em 2004.
Fui tomada pela mágoa quando descobri que nos meus próprios projetos que coordenei durante anos, faltavam afeto e responsabilidade no atendimento a nossas crianças.
Com a desesperança (o tempo, a saúde...), encerrei meus projetos e minha missão neste blog.
Agradeço a todos os leitores desses anos e comunico que continuo com o projeto Recomeço (o jornal dos detentos) trabalhando no jornal impresso e no blog.
No governo Serra, estudantes têm que pagar por uniforme e prova

"Estava na secretaria, conversando com a vice-diretora, quando uma outra funcionária disse: "ela está com uniforme pirata" e acabei levando uma advertência". Quem faz o relato é Camila Carolina Bonfim, estudante da EE São Paulo, que é uma escola pública tida como referência na rede paulista. Detalhe: a escola cobra R$ 20 pela camiseta e R$ 50 pela calça.
A medida exótica não vale apenas para uniformes, mas também para as provas. Para ter o xerox do exame e não precisar copiar as questões da lousa, com papel trazido de casa, cada aluno paga R$ 2.
Por óbvio, as práticas são contra a lei, já que trata-se de colégio da rede pública e gratuita, custeada pelos impostos pagos pela população.
Além de ilegal, as cobranças trazem constrangimentos aos alunos. "Se quer uniforme barato, que vá estudar perto da sua casa", foi a resposta ouvida por Camila ao justificar que confeccionou a peça por conta própria por ser mais barata que as "oficiais". Os alunos que se recusam a pagar a "taxa" da prova têm ainda o número de suas matrículas escritos no quadro negro.
Pega no contrapé, a direção da escola afirma que a prática foi suspensa e diz que o recurso das provas era repassado à Associação de Pais e Mestres e o dos uniformes, diretamente ao fornecedor.
Para Arthur Herculano, presidente da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (UPES), "a medida é um absurdo contra os estudantes e mostra o total descontrole da secretaria de educação com as escolas da rede pública estadual".
"Mais uma vez o estado de São Paulo protagoniza um vexame nacional. A dupla José Serra/Paulo Renato estão arruinando o ensino público estadual", completa Arthur. É o jeito tucano de governar que não para de surpreender - ou melhor, de escandalizar -, principalmente na área educacional.
De São Paulo,
Fernando Borgonovi
Publicado no Portal Vermelho e indicado pelo Assaz Atroz
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E não deixe de ler no site da Cremilda:
A ESCANCARADA PEDOFOBIA DA GRANDE IMPRENSA
Se a criança é o futuro do Brasil, como se explica o ódio que a grande imprensa tem de aluno de escola pública ?
Cúmulo da incompetência e do descaso
Em São Paulo, escola manda aluna de 7 anos para a delegacia. A criança foi levada numa viatura policial. Ainda não satisfeita, a diretora deu uma suspensão de seis dias para a menina. Volto a perguntar: o que se pode esperar da educação neste país?
A UNESCO também está por fora e declara: "Situação de professores no Brasil é preocupante, afirma consultor da Unesco". Leia aqui
O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Cesar Asfor Rocha, negou dois pedidos de suspensão de segurança feito pelo município de Santa Maria do Suaçuí, em Minas Gerais, em relação a duas servidoras que tiveram seus horários e funções modificadas de modo verbal e desmotivado, prejudicando-as no exercício de outras atividades.
Com a decisão, Cássia Maria Lima Temponi será reintegrada no cargo de professora na pré-escola Balão Mágico, no turno da manhã. Ao ter sua situação modificada por determinação verbal que determinou que ela trabalhasse à tarde, ela impetrou mandado de segurança, afirmando que tal designação inviabilizaria o exercício do cargo de professora que exerce em escola estadual.
No outro caso, a funcionária Rosinei Lacerda Azevedo Seixas será remanejada a seu anterior local de trabalho, a biblioteca municipal Mestre Nazinha. A professora foi transferida, verbalmente, para a escola municipal vereador João Batista Lopes, situada na zona Rural. Em mandado de segurança, ela alegou que o exercício do cargo de professora nesse local tornaria inviável a cumulação de cargos constitucionalmente admitida.
Em primeira instância, a juíza de Direito da Vara Única da comarca de Santa Maria do Suaçuí concedeu a ordem nos dois casos, determinado a reintegração de uma e o remanejamento da outra, conforme os pedidos. Segundo a magistrada, os dois atos do município extrapolaram a discricionariedade administrativa, ferindo a legalidade e merecendo, portanto serem rechaçados pelo Poder Judiciário. "Tal ato jamais poderia ser verbal, tendo em vista que desta forma não permite a aferição da motivação, finalidade, razoabilidade e proporcionalidade que devem nortear a administração pública", ressaltou, num deles.
Nos pedidos de suspensão de segurança dirigidos ao STJ, o município alegou que a decisão acarreta sérios prejuízos ao planejamento administrativo e ao serviço educacional, sobretudo no que tange aos diversos alunos atingidos diretamente por tal interrupção abrupta, no meio do ano letivo.
Ao negar os pedidos, o presidente do STJ, ministro Cesar Asfor Rocha, afirmou que não estavam presentes os requisitos necessários ao deferimento dos pedidos. Segundo observou, a manutenção das seguranças concedidas não têm potencial para causar lesão à ordem pública, pois trata-se apenas de duas ações individuais para garantir direitos inerentes a situação peculiar das servidoras.
Para o presidente, a sentença afastou expressamente a possibilidade de prejuízo aos trabalhos do município. "Não há comprovação de que a manutenção da decisão venha a causar lesão à ordem administrativa, sequer que haverá dificuldade no remanejamento dos professores da rede pública determinado pelo juízo para atender aos princípios constitucionais que regem os atos administrativos", concluiu Cesar Rocha.
PORQUE HOJE É SÁBADO
Umas das mais belas canções do Roberto Carlos, na interpretação magnífica de Maria Bethania
"Não batam, sob qualquer circunstância'", diz Murray Straus
"Uma boa surra pode deixar uma marca na criança que é pior do que o desenho vermelho das mãos. Palmadas e outras punições corporais atrasam a inteligência infantil, segundo demonstra um novo estudo. O Q.I. (quociente de inteligência) de crianças entre 2 e 4 anos que receberam palmadas regulares de seus pais caiu mais de cinco pontos no decorrer de quatro anos, comparado com o de crianças que não levaram palmadas."
Leiam completo: Surras diminuem o Q.I. de crianças
PORQUE HOJE É SÁBADO
"Deus me respeita quando eu trabalho, mas me ama quando eu canto." Rabindranath Tagore*
*Escritor e poeta indiano
Cai número de alunos na escola
Queda de 2% no número de brasileiros matriculados na educação básica em escolas públicas e particulares é o que aponta censo divulgado ontem pelo Ministério da Educação (MEC). São pouco mais de 52 milhões de pessoas frequentando aulas, uma defasagem que ultrapassa 1 milhão de alunos, em relação a 2008. Minas Gerais não foge à regra e sustenta o mesmo percentual de redução: este ano, foram 5.028.721 matrículas, 104 mil a menos em comparação ao ano passado. Os dados são preliminares e se referem a inscrições em creches, pré-escola, ensino fundamental, médio, educação especial, além de educação profissional e de jovens e adultos.
Na educação especial, houve a maior diminuição de matriculados em Minas, 17%. Já no ensino fundamental o número de alunos entrando na escola caiu 4,1% e, nos anos finais da educação básica, 2,6%. Em contrapartida, o levantamento mostra que jovens e adultos mineiros estão mais interessados em voltar para a sala de aula. O aumento foi de 1,9% na quantidade de matrículas nessa modalidade de ensino.
Matricular-se na escola é assunto que o músico e educador social Flávio da Silva Paiva, conhecido como Russo, sabe de cor e salteado. Ao longo de seus 31 anos, abandonou duas vezes a escola e foi reprovado em cinco séries, pelo que se lembra. A dificuldade em caminhar nos estudos estava relacionada a uma falta de entendimento sobre o papel da educação em sua vida. “Desde pequeno, temos uma visão de que estudar é ruim. Ia a escola porque isso garantia meu trabalho como office-boy”, destaca Russo, que é diretor do programa Diversidade Cultural.
Hoje, além de frequentar um pré-vestibular, ele fez da educação sua maior bandeira. “Vejo a dificuldade de mantê-los na escola. Tento passar para os jovens que a educação os transforma em pessoas com senso crítico e campo de visão ampliado. Mas, ao mesmo tempo, acho que a escola deveria ouvir os jovens sobre a escola que eles querem”, diz.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, ressalta que o resultado não significa menos alunos na escola. “A queda nas matrículas pode se dar por um aumento de fluxo, ou seja, há menos alunos repetentes, e uma diminuição da natalidade”, afirma. O ministro descarta a possibilidade de maior evasão.
Os dados são informações preliminares das 194,5 mil instituições de ensino brasileiras, 17,5 mil delas em Minas. Elas têm um prazo de 30 dias para corrigir eventuais erros e comunidade o MEC. É com base no censo que o ministério calcula os recursos repassados às escolas, por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (Fundeb). Os dados consolidados devem ser divulgados no fim do ano.
Jornal Estado de Minas - caderno Gerais - 24/9/2009
ESCOLA - POLÍCIA - PRISÃO

Meninos apreendidos em Rincão sob acusação de extorquir e agredir colegas entram em carro que os levará à Fundação Casa (Folha Ribeirão - 23/9)
Menores não respondem em liberdade como vários assassinos que conhecemos, ou como outros vários "maiores" acusados dos mais diversificados (e sofisticados) crimes. Um absurdo: o estado tira esses adolescentes de suas famílias para, aí sim, interná-los na escola do crime.
A escola nunca é questionada. Os problemas acontecem dentro e em volta dela e a instituição é sempre isenta de tudo.
Racismo influencia desempenho escolar
As escolas brasileiras não estão atentas para as práticas sutis de racismo existentes entre alunos e professores, prejudicando, assim, a mobilidade educacional e social de crianças e jovens negros
Esse é o principal argumento da pesquisa "Relações raciais na escola: reprodução de desigualdades em nome da igualdade", resultado de um convênio entre o Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão do Ministério da Educação, e a Unesco. Coordenado pelas sociólogas Mary Garcia Castro e Miriam Abramovay, a pesquisa combina técnicas qualitativas – como entrevistas, grupos focais e observações em sala de aula – com análises quantitativas tais como os dados do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Realizado nas cidades de Belém, Salvador, São Paulo, Porto Alegre e no Distrito Federal, o estudo é abrangente e focaliza crianças, alunos das últimas séries do ensino fundamental e do ensino médio, assim como pais, professores, diretores e funcionários de 25 escolas particulares e públicas.
Existe um desempenho escolar desigual entre alunos brancos e negros, que é maior entre ricos do que entre pobres, aponta a pesquisa. Sendo assim, mais do que às diferenças socioeconômicas, o baixo desempenho dos alunos negros se deve às práticas discriminatórias na escola, muitas vezes veladas. Essas conclusões foram obtidas a partir da análise das provas do Saeb de 2003 aplicadas, pelo Ministério da Educação, junto aos alunos da 4ª e 8ª série do ensino fundamental e da 3ª série do ensino médio.
FATOR SOCIAL Nos estratos sociais mais altos, os índices de desempenho dos alunos são menos críticos, o que reforçaria a tese de que aqueles que possuem um desempenho escolar mais baixo são os alunos mais pobres. Mas quando se cruzam os dados socioeconômicos com a variável raça/cor dos alunos, a conclusão é que "a pobreza iguala por baixo", ou seja, brancos e negros possuem as notas mais baixas, estando mais próximos. Já os alunos brancos e negros de estrato socioeconômico superior, ainda que apresentem as notas mais altas, se distanciam mais entre si: os alunos negros apresentam notas bem mais baixas do que os alunos brancos da mesma classe social.
Os dados do Saeb foram comparados com as percepções de pais, professores, diretores e alunos. Segundo as pesquisadoras, adveio daí uma surpresa: a maioria dos entrevistados tende a negar que há diferenças no desempenho escolar entre alunos brancos e negros. Para as pesquisadoras, essa negação está relacionada a uma "ideologia da igualdade na escola" que a exime de responsabilidade sobre as diferenças de desempenho escolar, atribuindo-as ao empenho pessoal dos próprios alunos, ou às suas famílias.
Nesse sentido, professores, pais e alunos tendem a negar que existam práticas racistas nas escolas. Xingamentos e apelidos de cunho racista são justificados como "brincadeiras". Professores silenciam e se omitem, preferindo não tratar do assunto em sala de aula para "não levantar o problema" ou mesmo deixando de intervir nos casos de discriminação racial. "Todos tendem a se declarar contra racismo, o que de alguma forma colabora para que não se discutam formas de identificar sutis discriminações, ou a reconhecer que os apelidos de teor racista, mesmo que aceitos pelos vitimizados, doem e causam sequelas identitárias", diz a pesquisa.
A questão racial tende, assim, a ser tratada pelas escolas de modo circunstancial – como o Dia da Consciência Negra. Para as autoras, é fundamental instituir-se novas práticas pedagógicas, que contemplem as relações entre todos os alunos, brancos e negros, no ambiente escolar.
Carolina Cantarino
Fonte: Ciência e Cultura
Que se pode esperar de uma escola que chama a polícia para humilhar e ameaçar seus alunos?
Leiam a notícia
PM é acusada de ter deixado alunos nus
Porque hoje é sábado
A péssima educação da TV Globo
Pretendia escrever sobre o término hoje da farsa “Caminho das Índias”, mas meu amigo Mauro Silva, lá de São Paulo, poupou-me o trabalho e a desdita. Encontrei prontinho no site da Cremilda, foi só postar.
Acrescento o quanto fiquei indignada com mais um desserviço prestado pela TV Globo à nossa educação, ao apresentar como padrão aqueles país enlouquecidos, que mimam o filho ao extremo, como se essa fosse a realidade dos adolescentes e jovens brasileiros. A imprensa tem sido o câncer da nossa escola ao distorcer tudo, ao fazer apologia do autoritarismo, ao praticar a omissão diante das falcatruas e deficiências do sistema escolar que levam nossos alunos a se comportarem como produto dessa fábrica de deseducação.
Segue o artigo do Mauro A. Silva:
Hoje é o último capítulo da farsa global
A telenovelista Glória Perez prometeu mostrar os “valores morais” da Índia. Mas o que se viu foi a falsificação da realidade indiana, que é uma sociedade machista, uma sociedade de castas, um total desprezo pelas crianças, tem uma escola autoritária que maltrata as crianças pobres, uma elite que vive acima da lei e a mídia manipulando a população e vendendo ilusões…
ULUCAPATÁ
Uma das mais graves manipulações da telenovela Caminho das Índias foi justamente promover a farsa do “aluno-capeta” versus a “professorinha-santa”… nenhuma palavra sobre os maus professores que dominam as escolas públicas. Na Índia, assim como no Brasil, existe uma elite que reserva as melhores escolas para seus filhos, enquanto que os pobres ficam com as escolas pobres: alguém tem de cuidar dos banheiros públicos, catar o lixo e fazer os outros trabalhos sujos ou pesado.
A TV Globo faz o seu papel de vender ilusão, tratando o povo como um bando de ULUs…
Ainda bem que esta enganação global e a farsa da Glória Perez acaba hoje…
ATCHATCHATCHA
Quem quiser ver um pouco da Índia real deve assistir ao filme “Slumdog Millionaire”, vencedor do Oscar 2009.
O filme já começa com o ator principal sendo torturado pela polícia… a tortura acontece com total conivência do maior programa de TV da Índia. Alguma semelhança com o Brasil???
ARE BABA
O personagem Jamal relembra que foi agredido pelo professor aos cinco anos de idade…
ARE BABA
Jamal vive em uma favela… ARE BABA… não tem pais… ARE BABA… aos 5 anos “trabalha” num banheiro público… ARE BABA… ele pula na merda para conseguir o autógrafo de um artista “global”… ARE BABA… ele vê sua mãe ser assassinada por fanáticos religiosos (a polícia não faz nada)… ARE BABA… ele é sequestrado por um explorador de crianças (o explorador fura os olhos das crianças para que elas ganhem mais esmolas e obriga as meninas a se prostituírem)… ARE BABA… Jamal trabalha como assistente de telemarketing, o “rapaz do chá”, quando é escolhido para participar do programa “Quem quer ser um milionário?”…
ARE BABA
Enquanto tivermos uma TV hipnotizando e enganando o povo, teremos pessoas rezando para bezerros e vacas, ao mesmo tempo em que nossas crianças passam fome, são expulsas das escolas, e são exploradas por todo tipo de marginais.
Leia mais aqui:
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